Prosperando em Meio a Crise: Como Vídeos Explicativos podem ser os Lobos que Puxarão o Trenó de Sua Empresa

Em meio a crise, disciplina e criatividade empírica definem quem sobrevive e quem morre.

Nesse post você aprenderá as principais características que separam os empreendedores que lideram sua empresa para a prosperidade – e os que a levam para o fracasso – em crises e situações de mercado complicadas.

No excelente livro “Vencedoras por Opção: Incerteza, Caos e Acaso – Por que algumas empresas prosperam apesar de tudo“, Jim Collins, um dos mais influentes pensadores de negócios da atualidade (e grande influência de empresários como Jorge Paulo Lemann, um dos maiores empreendedores brasileiros, fundador, entre várias outras empresas de sucesso, da Ambev) – analisa centenas de empresas que passaram por mudanças bruscas de mercado, concorrência feroz e crises econômicas de todo o tipo, e na maior pesquisa do gênero já feita, Collins e sua equipe identificaram e catalogaram com base científica os comportamentos que diferenciaram as empresas que não apenas sobreviveram as crises: mas que no final das contas cresceram pelo menos 10x mais que o mercado: e os resultados obtidos com a pesquisa foram surpreendentes.

A jornada de uma empresa para o Sucesso é Incrivelmente parecida com a da conquista do Pólo Sul.

Durante todo o livro, Jim Collins traça analogias entre liderar empresas nesses ambientes incertos, e histórias reais de exploradores e esportistas que também enfrentaram situações extremas – e não apenas sobreviveram, mas atingiram seus audaciosos objetivos.

Uma das mais interessantes é a história de Amundsen e Scott , dois exploradores que saíram numa perigosa competição pela conquista do Ártico (uma viagem de quase 3000km de gelo, neve, com ambientes desconhecidos e imprevisíveis) em 1911. Enquanto o disciplinado Amundsen foi o primeiro a chegar no Ártico – e retornou para seu país natal com toda sua equipe em bom estado de saúde exatamente no dia que havia previsto, Scott, que não conseguiu ser o primeiro a fincar uma bandeira no pólo sul – acabou sucumbindo ao gelo e a fome na viagem de volta, morrendo a menos de 13km de uma de suas barracas de suprimentos.

Jim Collins analisa uma série de comportamentos que diferenciaram os líderes de empresas que assim como Amundsen obtiveram sucesso em suas jornadas dos comportamentos das empresas rivais, que assim como Scott, sucumbiram a crises e a “má sorte”. Essas características foram destiladas dentro de um conceito denominados Líderes 10x. A pesquisa revelou especificamente 3 comportamentos: disciplina fanática, criatividade empírica e paranóia produtiva.

Disciplina Fanática, Criatividade Empírica e Paranóia Produtiva

Trataremos aqui de 2 dessas características: A disciplina fanática e a criatividade empírica: Collins descobriu em sua pesquisa que os líderes 10x tinham grande disciplina em seguir o que chamou de marcha das 20 milhas: no caso de Amundsen e de Scott, Amundsen, o líder que sucedeu, instruía sua equipe a atingir não mais nem menos que a meta de 20 milhas tanto nos dias bons (para não cansar seus homens e deixa-los fracos caso fossem pegos por uma tempestade) quanto nos dias de tempestade, enquanto Scott, fazia sua equipe andar as vezes mais de 40 milhas nos dias de sol, e ficava na sua barraca as vezes semanas quando as tempestades chegavam.

No final das contas, Scott chegou com semanas de vantagem ao pólo sul. O comportamento chave é que os líderes que sucederam não diminuíam o ritmo nas crises, mas sim aproveitavam o momento para sair nas frente de seus concorrentes, e ao mesmo tempo tinham disciplina pra não avançar demais nos períodos agradáveis – todas as empresas de sucesso estudadas apresentaram comportamentos similares, um dos exemplos abordados por Collins em sua pesquisa foi o da empresa Intel, que incluía um tópico na sua carta magna especificamente ressaltando que não diminuiria seus investimentos em crises do setor, mas sim aproveitaria o momento para sair na frente da concorrência – O resultado? Um crescimento acima de 10X a média de mercado durante todo um período de 30 anos.

O segundo comportamento chave era o que Collins denominou Criatividade Empírica: os líderes que sucediam inovaram muito – mas a principal diferença é o tipo de inovação que eles adotaram. Os líderes de sucesso tem enorme disciplina para inovar com base em ideias testadas e comprovadas na prática: Voltando a história de Amundsen e Scott , enquanto Scott apostou alto em tratores diesel e em pôneis (que nunca haviam sido testados no ártico) – os tratores quebraram logo nos primeiros dias e os pôneis morreram congelados nas primeiras semanas – Scott usou lobos para puxar seus trenós – que eram conhecidos e testados meios de transporte na neve.

Agora voltamos a pergunta chave desse post do blog: Seu marketing é composto de tratores e pôneis ou de lobos – ferramentas testadas empiricamente? Vídeos são conhecidos como ferramentas de marketing com resultados comprovados empiricamente – Casos de sucesso com vídeo estão por toda parte, mas um interessante que gostaria de citar – por que é um impressionante registro do poder do vídeo numa empresa que estava passando por uma crise – é o da Apple, que no auge da sua crise em 1997 – com a empresa a um passo da falência – Steve Jobs – após recém reassumir o comando da empresa – conseguiu fazer com que a Apple voltasse a crescer com um redicionamento de foco – e dois vídeos – o famoso institucional Think Different e o vídeo de lançamento do IMac – que destacava a facilidade de uso do produto.

Mais recentemente, a literatura de negócios internacional registra centenas de casos de empresas e startups que obtiveram resultados impressionantes com vídeos animados explicativos em uma grande variedade de segmentos, alguns dos mais conhecidos são o case de sucesso do Dropbox, que conseguiu mas de 10 milhões de novos usuários com apenas um vídeo (e avançou de uma startup para uma empresa global dessa maneira) e o da startup CrazyEgg, cujo CEO é o influente pensador do marketing digital Neil Patel, que obteve um aumento de mais de 64% na taxa de conversão do site, com o vídeo gerando diretamente $11000 por mês de caixa. 

No Brasil, um estudo de caso bacana é o nosso, onde apresentamos os resultados obtidos nas diferentes frentes onde usamos um vídeo explicativo animado para marketing.

E aí? Nessa crise sua empresa será como Scott escondido na barraca depois do fracasso de seus tratores e pôneis, ou será um Amundsen realizando a marcha das 20 milhas com perfeita consistência (e com ajuda do trenó puxado por lobos) avançando independente da tempestade?

Todos os nossos vídeos são feitos com base do que funciona na prática para trazer resultados para empresas – em todas as etapas, da pesquisa de mercado, do roteiro até a animação e finalização. Por isso o nosso slogan “criamos vídeos que trazem resultados”. Se você acredita que podemos ajudar sua empresa a crescer independente de crises, entre em contato sem compromisso agora mesmo!

 

Alguns links dos estudos de caso internacionais que citamos no post:
http://www.quicksprout.com/2012/08/13/how-to-create-an-explainer-video-that-converts/
https://blog.kissmetrics.com/dropbox-hacked-growth/
http://blog.crazyegg.com/2014/01/01/conversion-rate-optimization-case-studies-2/
http://www.switchvideo.com/2013/01/10/how-an-explainer-video-helped-dropbox-grow-from-0-to-100-million-users/